Diferentemente do que significa para muita gente, viajar, para mim, está conectado a uma percepção diferenciada do tempo e uma visão holística sobre mim mesma, a partir de uma conexão profunda e verdadeiramente interessada na história e na cultura daquele território e daquelas pessoas.
Não se trata, portanto, de “aproveitar aqueles poucos dias” para fugir de uma rotina desgastante e sem sentido, tentando incluir um pouco mais de Vida à tão escassa vida.
Entendo que muita gente precise se utilizar das viagens como um subterfúgio para sair do tédio e encontrar um pouco de prazer durante, ao menos, algumas semanas do ano.
Acredite: eu já estive “aí” e sei, exatamente, o que significa abrir mão do seu próprio tempo – e, muitas vezes, também da sua saúde e sanidade mental – em troca de alguns trocados que, oras, sequer chegam até o final do mês, oras se transformam em mercadorias das quais nunca precisamos.
Viajar, para mim, é um estilo de vida, que não se justifica apenas por conta do meu trabalho, como empreendedora, produtora de conteúdo e blogger de viagens, nem pelo meu próprio processo criativo, como escritora literária e visual storytraveler, mas pelo impacto positivo que quero deixar no mundo e a transformação que desejo causar na vida das pessoas e das comunidades!
Eu sei: não são todas as pessoas do Planeta que nasceram para serem Nômades Digitais, por exemplo. Nem acredito que, para se ter uma vida realmente significativa, você necessariamente precise viajar o tempo todo. Não existe uma fórmula única de se viver e escrever a própria história.
Mas, infelizmente, o que sei por experiência, é que a maioria das pessoas ainda vive num estado de “sonambulismo existencial”, de forma consciente ou não, trocando tempo, saúde e propósito por uma vida vazia e sem sentido.
Acredito que possa dizer que estive neste estágio de “sonambulismo existencial” por diversos anos da minha vida, em momentos intermitentes. Felizmente, comecei um processo definitivo de despertar há 7 anos. É relativamente pouco tempo, considerando a minha idade, mas sinto que preciso fazer algo com o que descobri/aprendi/desenvolvi. Nada disso terá valido a pena se eu não puder compartilhar essas experiências com outras pessoas, que também precisam despertar para as coisas maravilhosas que vieram fazer neste mundinho-de-meus-deuses.
Será que você é uma delas?
Hoje, não quero te “convencer” de nada: se você é uma das pessoas com quem eu devo falar, você já sentiu o “Chamado à Aventura”! E quero lhe convidar a me acompanhar por aqui e em minhas redes sociais.
Em Junho, começo uma expedição histórico-cultural por alguns países da Europa e quero compartilhar com você esta experiência a partir de textos, fotos e vídeos, e que se transformará em projeto editorial (conto mais sobre isso em outro post).
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Bora escrever uma história linda e verdadeiramente significativa para nós e para o Mundo?
Te vejo na estrada.